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Taça das Favelas de E-Sports muda o jogo e a vida de milhares de jovens

Transformar vidas e abrir caminhos são algumas das possibilidades que a Taça das Favelas de E-sports proporciona a milhares de jovens em todo o país. No Distrito Federal, o game tem ajudado a garotada a vencer a depressão e a criar e fortalecer amizades, o que anima os participantes para a disputa da terceira edição organizada pela Central Única das Favelas (CUFA), que ocorre entre outubro e novembro e vai distribuir mais de R$ 100 mil em prêmios.

É o caso do time Favela P4, finalista da edição de 2021. Campeões em âmbito regional, o Favela P4 disputou a final da edição nacional e deu vários motivos para que jovens como Jonas Gabriel, 22 anos, e Victor Gabriel, 19 anos, passassem por uma grande virada em suas vidas.

Natural de Belém (PA) e morador de Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal, Jonas Gabriel Barbosa da Silva conheceu o Free Fire em 2019, na escola. Passou a jogar e participou das duas primeiras edições da Taça das Favelas de E-Sports. Para o jovem, o game tem sido essencial.

“O jogo ajudou muitas pessoas a mudar de vida para o lado bom, tirou muita gente da depressão, da solidão. Hoje eu sou grato por tudo que o Free Fire fez por mim e pelos meus amigos”, afirma.

Seu colega de equipe e de cidade, Victor Gabriel, conheceu o jogo um pouco antes, em 2018. Ele participou da Taça das Favelas somente em 2021 e, logo no ano de estreia, buscou o título local e disputou a final em âmbito nacional. “O jogo me abriu portas, me ajudou a realizar parte dos meus sonhos. Sou grato a todos os momentos vividos com o jogo. O Free Fire é um jogo que te faz esquecer dos problemas, ajuda várias pessoas com depressão, inclusive eu era uma dessas pessoas. O Free Fire mudou minha vida”, sentencia.

Assim como na edição anterior, o campeonato será dividido em etapas estaduais e nacional e promete reunir cerca de 50 mil jogadores de favelas dos 26 estados e do Distrito Federal.
Os cadastrados vão passar por uma triagem das CUFAs (Central Única das Favelas) locais, que escolherão os melhores para formar as seleções de cada favela. A inscrição, portanto, é individual e não garante automaticamente a participação.

O torneio seguirá para uma fase de disputas estaduais, em 26 de outubro, quando as favelas vão buscar a classificação para a etapa nacional. As equipes vencedoras de cada estado se classificam para a etapa nacional, que será transmitida, e ocorre nos dias 11, 12 e 13 de novembro.

Em 2021, a favela Nhanhá (MS) foi a grande campeã do torneio que reuniu cinco mil favelas e 80 mil jogadores. Na primeira edição, em 2020, quem levou a melhor foi a favela Divinéia (PR). O Free Fire é o jogo mais popular do Brasil, mas ainda é restrito para muitos jovens que moram em periferias, apesar de também ser uma plataforma de ascensão social para gamers e streamers de regiões carentes.

Inovação
Neste ano, a CUFA e o Itaú renovaram a parceria para proporcionar oportunidade a milhares de jovens de favelas de todo o país que sonham em ingressar no E-sports . “O mercado de games é um vetor de transformação social que muda a vida de muita gente. O campeonato nos permite impulsionar a carreira de jogadores ao mesmo tempo que fomentamos a economia criativa das favelas, já que a Taça recruta talentos para trabalhar em outras frentes do projeto, como produção e captação e transmissão do torneio, aumentando as possibilidades profissionais dos jovens, que passam a atuar não só jogando, mas também em outras frentes que fazem parte da indústria “, exalta Luiz Alberto Fiebig, Head de Games, E-sports e Metaverso do Itaú.

De acordo com pesquisa encomendada pelo Itaú, o mercado de games é uma meta para 96% dos jovens ouvidos pelo estudo. A motivação está na possibilidade de ascensão social que enxergam na profissão. Já para 29%, ser jogador profissional é o maior sonho da vida – acima, inclusive, de ter uma casa própria. A precariedade das conexões à internet é apontada como principal fator de dificuldade para a realização desse sonho.

Sobre a CUFA
A CUFA (Central Única das Favelas) é uma organização social brasileira presente em cinco mil favelas por todo o país. A entidade existe há mais de 20 anos e trabalha com esporte, formação de lideranças, empreendedorismo, educação, lazer, cultura e cidadania.

Durante a pandemia da Covid-19, a CUFA utilizou sua capilaridade para amenizar ao máximo as dificuldades que os moradores de favela enfrentam. Através do programa Mães da Favela, a instituição entregou cestas básicas, físicas e digitais, e chips com internet gratuita por seis meses para as mulheres assistidas pela iniciativa. Por seu conhecimento sobre esses territórios, a CUFA criou uma rede de proteção que impactou mais de 17 milhões de pessoas em todo o Brasil, já que está presente e atua nos 26 estados e também no Distrito Federal. O TOP CUFA, a Taça das Favelas e a Taça das Favelas de E-sports são algumas iniciativas que marcam a história da organização social.

https://www.cufa.org.br

Sobre o Itaú Unibanco
O Itaú Unibanco é um banco digital com a conveniência do atendimento físico. Estamos presentes em 18 países e temos mais de 65 milhões de clientes, entre pessoas físicas e empresas de todos os segmentos, a quem oferecemos as melhores experiências em produtos e serviços financeiros. Temos uma agenda estratégica com foco na centralidade do cliente, que passa por duas transformações: cultural e digital, ambas sustentadas na diversidade do nosso povo. Fomos selecionados pela 22ª vez consecutiva para fazer parte do Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI World), sendo a única instituição financeira latino-americana a integrar o índice desde sua criação, em 1999.

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